As vezes penso calado,
porque sigo seus passos.
Quando o que na verdade quero
é apenas te ter nos meus braços.
E as vezes quando o sono se vai,
resolvo medir minhas duvidas.
De seu toque sempre com luvas,
mantenho a distancia até quando sai.
Hoje abri a janela cedo,
e sei que sou menos que queria.
Para acalentar a alma em fúria
escondi atrás do medo.
O medo que foi meu amigo,
me disse com a voz do sossego,
que eu poderia ter tudo aquilo,
mais não quem mais eu desejo.
Então logo me fiz imprevisível
porque apesar de tudo,
prefiro querer o impossível,
do que desistir de meu mundo.
Mudo o mundo, sem voz!
Mundo mudo e feroz.
Mudo tudo, a sós,
Mas não mudo seu mundo, nem nós.
(Souza Neto)
As vezes penso calado,
porque sigo seus passos.
Quando o que na verdade quero
é apenas te ter nos meus braços.
E as vezes quando o sono se vai,
resolvo medir minhas duvidas.
De seu toque sempre com luvas,
mantenho a distancia até quando sai.
Hoje abri a janela cedo,
e sei que sou menos que queria.
Para acalentar a alma em fúria
escondi atrás do medo.
O medo que foi meu amigo,
me disse com a voz do sossego,
que eu poderia ter tudo aquilo,
mais não quem mais eu desejo.
Então logo me fiz imprevisível
porque apesar de tudo,
prefiro querer o impossível,
do que desistir de meu mundo.
Mudo o mundo, sem voz!
Mundo mudo e feroz.
Mudo tudo, a sós,
Mas não mudo seu mundo, nem nós.
(Souza Neto)
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