Minha tristeza cria forma nas palavras.
Ela é algoz. Deleita-se debochando da felicidade.
Destemida, disputa comigo as linhas da poesia.
Toma pra ti minha caneta e escreve dando-me os créditos.
Um beijo a ti que fica, estou partindo em busca de sonhos.
Perto da terra de Bandeira, onde ele é amigo do rei.
Lá sou quase da realeza, pois na minha terra, eu sei.
Que meus textos são desenhos. E eu defino as cores.
Meu rumo não foi traçado. Rumo sem rumores.
Meu caminho é distante. Meu mapa é o impossível.
Velejando no desejo, deixo o antigo para trás.
Minha tristeza me sacia. E sempre vem a me lembrar.
Que a pessoa a quem escrevo, lê calada minha poesia.
Um beijo a ti que fica. Estou em busca de meus sonhos.
Souza Neto
Minha tristeza cria forma nas palavras.Ela é algoz. Deleita-se debochando da felicidade.Destemida, disputa comigo as linhas da poesia.Toma pra ti minha caneta e escreve dando-me os créditos.Um beijo a ti que fica, estou partindo em busca de sonhos.Perto da terra de Bandeira, onde ele é amigo do rei.Lá sou quase da realeza, pois na minha terra, eu sei.Que meus textos são desenhos. E eu defino as cores.Meu rumo não foi traçado. Rumo sem rumores.Meu caminho é distante. Meu mapa é o impossível.Velejando no desejo, deixo o antigo para trás.Minha tristeza me sacia. E sempre vem a me lembrar.Que a pessoa a quem escrevo, lê calada minha poesia.Um beijo a ti que fica. Estou em busca de meus sonhos.
Souza Neto
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